sábado, 6 de novembro de 2010

Faces – Marcos de Conto

Diz-me apenas o que pensas... O que é amor?
Ininterrupta emoção complacente;
Dos cúmplices do calor mais candente
À libertação do recluso pavor...

Eu já pensei saber suas definições...
Enganei-me, um mero erro que me custou
Lágrimas vermelhas e nós de aflições.
Agora... É você quem disse que arriscou...

Sempre sentirás em teus lábios beijos...
Sem a Virgem não há começos, sem a Mãe
Não há vida e sem a Anciã não há o fim... Ausência...

Somos as faces da deusa mãe. Cheiros...
Desejo remete angústia... Oh! Doce mãe...
Por que o três? Inocência... Prepotência...

Nenhum comentário:

Postar um comentário